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sexta-feira, 29 de julho de 2011

REFLEXÃO: As necessidades estimulam a criatividade

Um corvo estava com tanta sede que mal tinha forças para voar. Como por milagre, encontrou um jarro de água fresca. Do alto, o jarro parecia estar cheio. Porém ao se aproximar, o corvo percebeu que a água estava quase no fim. Como seu bico era curto demais, não conseguiria alcançar aquele nível e matar sua sede. O corvo ficou desesperado. Pensou até em tombar o jarro para que a água escorresse para fora, mas era tão pouca que ele ficou com medo de desperdiçá-la.

Então, teve uma idéia: reuniu o pouco de força que lhe restava e recolheu várias pedrinhas que estavam por perto, colocando-as no jarro, uma a uma. Os bichos que assistiam à cena começaram a achar que a sede já tinha deixado o corvo maluco. Contudo, quanto mais pedras colocava lá dentro, mais o nível da água subia, até chegar à boca do jarro e o pássaro pôde, finalmente, beber.

Moral da História: A necessidade é mãe da criatividade

(Fábulas de Esopo para Executivos, recontadas por Alexandre Rangel)

quinta-feira, 28 de julho de 2011

PENSAMENTO DO DIA: A Consiência de sua missão



Texto de Roberto Shinyashiki

Frequentemente, pergunto-me: " O que cada um de nós está a fazer neste planeta?

Se a vida for somente tentar aproveitar o máximo possível as horas e minutos, esse filme é tolo.

Tenho certeza de que existe um sentido melhor em tudo o que vivemos.

Para mim, a nossa vinda ao planeta Terra tem basicamente dois motivos: evoluir espiritualmente e aprender a amar melhor.

Todos os nossos bens na verdade não são nossos.

Somos apenas as nossas almas.

E devemos aproveitar todas as oportunidades que a vida nos dá para nos aprimorarmos como pessoas.

Portanto, lembre-se sempre que os seus fracassos são sempre os melhores professores e é nos momentos difíceis que as pessoas precisam encontrar uma razão maior para continuar em frente.

As nossas acções, especialmente quando temos de nos superar, fazem de nós pessoas melhores.

A nossa capacidade de resistir às tentações, aos desânimos para continuar o caminho é que nos torna pessoas especiais.

Ninguém veio a esta vida com a missão de juntar dinheiro e comer do bom e do melhor.

Ganhar dinheiro e alimentar-se faz parte da vida, mas não pode ser a razão da vida.

Tenho certeza de que pessoas como Martin Luther King, Mahatma Ghandi, Nelson Mandela, Madre Tereza de Calcutá, Irmã Dulce, Betinho e tantas outras anónimas, que lutaram e lutam para melhorar a vida dos mais fracos e dos mais pobres, não estavam motivadas pela idéia de ganhar dinheiro.

O que move essas pessoas generosas a trabalhar diariamente, a não desistir nunca?

A resposta é uma só: a consciência de sua missão nesta vida.

Quando você tem a consciência de que através do seu trabalho você está a realizar a sua missão você desenvolve uma força extra, capaz de levá-lo ao cume da montanha mais alta do planeta.

Infelizmente, muita gente perde-se nesta viagem e distorce o sentido de sua existência pensando que acumular bens materiais é o objetivo da vida.

E quando chega no final do caminho percebe que o caixão não tem gavetas e que ela só vai poder levar daqui o bem que fez às pessoas.

Se você tem estado angustiado sem motivo aparente está aí, um aviso para parar e refletir sobre o seu estilo de vida. Escute a sua alma: ela tem a orientação sobre qual caminho seguir.

Tudo na vida é um convite para o avanço e a conquista de valores, na harmonia e na glória do bem.

SAÚDE: Uma tabela pra se ter a mão

Profª Lucieli Neves

terça-feira, 26 de julho de 2011

PALESTRA NO ISBET: CONTRUINDO PERSPECTIVAS

No último dia 15 de julho fizemos palestra no Isbet voltada para Menores Aprendiz, onde procuramos levar nossa experiência e contrução de vida profissional, procurando despertar o interesse imediato do jovem na construção de perspectivas futuras. Mostramos "case" de sucesso e alinhamos valores determinantes para mudança de panorama, como: perseverança, motivação e auto-estima. Na pauta ainda pincelamos a Ética, o Ambiente e o Clima Organizacional. Tratamos da "mudança" comportamental e demos algumas dicas importantes para quem ingressa no mercado de trabalho.

É a CIA DO BEM fazendo seu papel social.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

DIA DO AMIGO E DA AMIZADE



20 DE JULHO - DIA INTERNACIONAL DO AMIGO E DA AMIZADE

Amigos são flores...

Amigos são flores plantadas ao longo do nosso caminho para que saibamos encontrar primavera o ano todo.

E quando o outono chega cheio de beleza e melancolia, os amigos estão presentes nos trazendo alegria; e quando o inverno vem frio e escuro, trazendo saudades e noites longas, os amigos nos trazem calor e luz com o brilho da sua presença.

E essas flores belas perfumam nossa existência e tomamos consciência de que não estamos sozinhos.

Se amigos são flores que duram um ano ou um dia não faz diferenca, porque o importante são as marcas que deixam nas nossas vidas.

As horas compartilhadas, horas de carinho, amor e cuidado. Um amigo que se doa sem querer saber se vai ter um retorno, que se entrega pelo prazer de ver a felicidade do outro é uma flor rara que merece cuidados especiais, um ser grande e importante que nos da vontade de chorar só pelo fato de saber que ele existe.

É alguém que consegue chegar até nossa alma.. é um presente de Deus.

Se todo o mundo nos virar as costas e no meio desse mundo uma flor, nem que seja uma única flor assim nascer no nosso jardim, então toda a vida já terá valido a pena.

Autora: Letícia Thompson

quarta-feira, 13 de julho de 2011

CIDADÂNIA E JUSTIÇA: O Quinto dos Infernos


No antigo Direito português derrama se chamava o imposto lançado sobre todos para suprir gastos extraordinários. Imposto "derramado" sobre todos. O Brasil Colônia pagava um alto tributo para seu colonizador, Portugal. Esse tributo incidia sobre tudo o que fosse produzido em nosso país e correspondia a 20% da produção. Essa taxação altíssima, absurda, era chamada de "O Quinto". Esse imposto recaía principalmente sobre nossa produção de ouro. O Quinto era tão odiado pelas pessoas que foi apelidado de "o quinto dos infernos". Em 1788, sempre zelosa de sua mais opulenta capitania, a Coroa substitui o corrupto governador Luís da Cunha Meneses por Luís Antônio Furtado de Mendonça, visconde de Barbacena e sobrinho do vice-rei Luís de Vasconcelos e Sousa. O visconde chegou a Vila Rica (hoje Ouro Preto) com ordens expressas para aplicar o alvará de dezembro de 1750, segundo o qual Minas precisava pagar cem arrobas (ou 1.500 Kg) de ouro por ano para a Coroa. O visconde anunciou: a derrama, por mais odiada e temida, seria cobrada em fevereiro de 1789. A partir de então, era decretada pela Coroa, quando na região de Minas Gerais. Funcionários do governo português, na data marcada, poderiam confiscar bens, invadir moradias, prender e até matar para cobrir o valor mínimo estipulado para o quinto (que representava vinte por cento do ouro arrecadado) de 100 arrobas ou 1.500 quilos de ouro anuais, sempre que houvesse déficit de produção.Todo ano se não arrecadado 1.500 quilos(kg) ou 100 arrobas, era agora a parte de Portugal arrecadar dos povos vizinhos ouro até completar 1.500(100 arrobas). Em determinado tempo, Portugal quis cobrar os quintos atrasados de uma só vez – episódio que ficou conhecido como “a derrama”, como descrito acima. Essa determinação de Portugal provocou grande insatisfação na população. Um clima de tensão e revolta tomou conta das camadas mais altas da sociedade mineira. Por isso, importantes membros da elite econômica e cultural de Minas começaram a se reunir e a planejar um movimento contra as autoridades portuguesas. Inconfidência Mineira foi o nome pelo qual ficou conhecido o movimento rebelde e foi organizado pelos homens ricos e cultos de Minas Gerais, que teve seu ponto culminante no enforcamento do líder Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes. Hoje, a carga tributária é o dobro daquela época da Inconfidência Mineira, ou seja, pagamos hoje dois quintos dos infernos!!! A carga tributária brasileira atingiu 38,80% do PIB em 2006, o que representa um crescimento de 0,98 ponto percentual em relação a 2005, quando alcançou 37,82%, segundo projeções do IBPT-Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário. “Mais que na truculência das armas, é na voracidade fiscal que melhor se revela a índole autoritária de um governo. Não é casual que o movimento insurrecional mais expressivo do Brasil-Colônia tenha se dado em torno de impostos (a derrama) e que daí tenha emergido a figura de nosso herói maior, o Tiradentes. Era na área fiscal que o colonizador de então exibia na plenitude o seu espírito tirânico. A cobrança de um quinto o “quinto dos infernos” sobre toda a produção de ouro gerou revolta e indignação. Quem diria que, séculos depois, com o país já livre da tirania externa (mas subjugado a outro tipo de tirania, interna), um quinto nos soasse como amenidade? Hoje, pagamos em impostos algo próximo a um terço do que produzimos. E a contrapartida a prestação de serviços é a mais precária possível.” ( Roberto Busato – ex-presidente da OAB) Será que temos que ficar quietos, calados, passivos e esperando por um novo Tiradentes? A luta por justiça e transparência tributária é, para a cidadania brasileira, tão relevante quanto a luta contra a ditadura. Sem justiça tributária não há democracia, desenvolvimento ou justiça social. Daí por que sustentamos que essa é uma luta de todos: pobres e ricos, empresários e assalariados. Passou da hora de começarmos um movimento por justiça tributária ou mesmo criarmos uma nova Inconfidência, caso contrário jamais realmente teremos uma verdadeira democracia e justiça social.

por Robson Alves Ribeiro. Publicado na http://www.administradores.com.br

ESPIRITUALIDADE: A Compaixão


Escasseia, na atual conjuntura terrestre, o
sentimento da compaixão.

Habituando-se aos próprios problemas e aflições,
o homem passa a não perceber os sofrimentos do
seu próximo.

Mergulhado nas suas necessidades, fica alheio
às do seu irmão, às vezes, resguardando- se numa
couraça de indiferença, a fim de poupar-se a
maior soma de dores.

Deixando de interessar-se pelos outros, estes
esquecem-se dele, e a vida social não vai além
das superficialidades imediatistas,
insignificantes.

Empedernindo o sentimento da compaixão, a
criatura avança para a impiedade e até para o
crime.

Olvida-se da gratidão aos pais e aos benfeitores,
tornando-se de feitio soberbo, no qual a presunção
domina com arbitrariedade.

Movimentando- se, na multidão, o indivíduo que foge
da compaixão, distancia-se de todos, pensando e
vivendo exclusivamente para o seu ego e para os
seus. No entanto, sem um relacionamento salutar,
que favorece a alegria e a amizade, os
sentimentos se deterioram, e os objetivos da vida
perdem a sua alta significação tornando-se mais
estreitos e egotistas.

A compaixão é uma ponte de mão dupla, propiciando
o sentimento que avança em socorro e o que retorna
em aflição.

É o primeiro passo para a vigência ativa das
virtudes morais, abrindo espaços para a paz e o
bem-estar pessoal.

O individualismo é-lhe a grande barreira, face a
sua programação doentia, estabelecida nas bases
do egocentrismo, que impede o desenvolvimento das
colossais potencialidades da vida, jacentes em
todos os indivíduos.

A compaixão auxilia o equilíbrio psicológico, por
fazer que se reflexione em torno das ocorrências
que atingem a todos os transeuntes da experiência
humana.

É possível que esse sentimento não resolva grandes
problemas, nem execute excelentes programas. Não
obstante, o simples desejo de auxiliar os outros
proporciona saudáveis disposições físicas e mentais,
que se transformarão em recursos de socorro nas
próximas oportunidades.

Mediante o hábito da compaixão, o homem aprende
a sacrificar os sentimentos inferiores e a abrir
o coração.

Pouco importa se o outro, o beneficiado pela
compaixão, não o valoriza, nem a reconheça ou sequer
venha a identificá-la. O essencial é o sentimento
de edificação, o júbilo da realização por menor que
seja, naquele que a experimenta.

Expandir esse sentimento é dar significação à vida.

A compaixão está cima da emotividade desequilibrada
e vazia. Ela age, enquanto a outra lamenta; realiza
o socorro, na razão em que a última apenas se apieda.

Quando se é capaz de participar dos sofrimentos
alheios, os próprios não parecem tão importantes e
significativos.

Repartindo a atenção com os demais, desaparece o
tempo vazio para a s lamentações pessoais.

Graças à compaixão, o poder de destruição humana
cede lugar aos anseios da harmonia e de beleza na
Terra.

Desenvolve esse sentimento de compaixão para com o
teu próximo, o mundo, e, compadecendo- te das suas
limitações e deficiências, cresce em ação no rumo
do Grande Poder.

[Joanna de Ângelis]
[Divaldo Franco]

sábado, 2 de julho de 2011

MINHA BAHIA: 02 de Julho. Independência da Bahia


A Independência da Bahia foi um movimento que, iniciado em 1821 (mas com raízes anteriores) e com desfecho em 2 de julho de 1823, motivado pelo sentimento federalista emancipador de seu povo, terminou pela inserção daquela então província na unidade nacional brasileira, durante a Guerra da independência do Brasil.

Aderira Salvador à Revolução liberal do Porto, de 1820 e, com a convocação das Cortes Gerais em Lisboa, em janeiro do ano seguinte, envia deputados como Miguel Calmon du Pin e Almeida na defesa dos interesses locais. Divide-se a cidade em vários partidos, o liberal unindo mesmo portugueses e brasileiros, interessados em manter a condição conquistada com a vinda da Corte para o país de Reino Unido, e os lusitanos interessados na volta ao status quo ante.

Dividem-se os interesses, acirram-se os ânimos: de um lado, portugueses interessados em manter a província como colônia, do outro brasileiros, liberais, conservadores, monarquistas e até republicanos se unem, finalmente, no interesse comum de uma luta que já se fazia ao longo de quase um ano, e que somente se faz unificada com a própria Independência do Brasil a partir de 14 de junho de 1823, quando é feita na Câmara da vila de Santo Amaro da Purificação a proclamação que pregava a unidade nacional, e reconhecia a autoridade de Pedro I.

Na Bahia a luta pela Independência veio antes da brasileira, e só concretizou-se quase um ano depois do 7 de setembro de 1822: ao contrário da pacífica proclamação às margens do Ipiranga, só ao custo de milhares de vidas e acirradas batalhas por terra e mar emancipou-se de Portugal, de tal modo que seu Hino afirma ter o Sol que nasceu ao 2 de julho brilhado "mais que o primeiro".

Fonte: Wikipedia